quinta-feira, 23 de junho de 2011

XI Festival de Música de Ourinhos

 

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Há onze anos o inverno ourinhense tem a paisagem enriquecida com a realização do Festival de Música. O evento reúne em Ourinhos centenas de músicos e educadores para uma semana de estudos e confraternização. O diferencial do evento está no espaço destinado à música popular, especialmente a instrumental, a preocupação com a qualidade pedagógica, a ênfase na divulgação da música brasileira, o envolvimento da cidade e o carinho dedicado a professores e alunos.

O Festival oferece 41 cursos, workshops, shows, exposições e exibição de filmes e tanto a proposta pedagógica como a programação artística tem sido marcadas pela diversidade. O evento é realizado pela Prefeitura Municipal de Ourinhos, através da Secretaria de Cultura, que elegeu como proposta inspiradora para os trabalhos em 2011 um diálogo com a cultura nordestina. A idéia se fortaleceu com a decisão de homenagear Luiz Gonzaga durante o XI Festival de Música, e através dele reverenciar essa cultura tão brasileira e pouco conhecida e vivenciada pelo sudeste do país.

A obra de Luiz Gonzaga e sua importância para a valorização da música e cultura nordestinas têm sido tema de pesquisa dos estudantes ourinhenses desde o início do ano. Além do compositor nordestino, o XI Festival de Música de Ourinhos também presta homenagem ao músico mineiro Edmundo Villani-Cortes. Pianista, compositor e arranjador, têm atuação intensa tanto na música de concerto como na popular.

Nos últimos dez anos, o Festival de Música de Ourinhos comprovou a importância da vontade política para realizar investimentos na área da cultura, favorecendo o envolvimento da cidade e a interação com outros setores da economia, além de reforçar o papel das ações culturais como alternativa eficiente para as políticas públicas voltadas à promoção do ser humano.

Curiosidades sobre a Música

Para criar suas músicas, Ludwig van Beethoven (1770-1827) despejava água gelada sobre a cabeça. Garantia que isto estimulava o cérebro. Beethoven era totalmente surdo quando compôs a Nona sinfonia. Ele sofreu perda parcial da audição aos 32 anos e aos 46 não podia ouvir mais nada.


Qual a dferença entre uma orquestra sinfônica e uma filarmônica?
Todas as orquestras filarmônicas são sinfônicas. O adjetivo filarmônica, que vem do grego e significa "amante da música", representa as orquestras financiadas por sociedades privadas.



Spalla é a palavra italiana que designa o primeiro violino. Depois do regente, ele é o comandante de toda a orquestra. O primeiro violino fica bem à esquerda do maestro.


A classificação do timbre da voz humana, do mais agudo ao mais grave.Masculino: tenor; barítono; baixo.
Feminino: soprano; meio-soprano; contralto.

Por Adhemar de Campos ( músico, compositor e pastor auxiliar na Igreja Comunidade da Graça no Brasil)

Deus é musical e é a origem da música

O livro de Jó, no capítulo 38, versículos de 4 a 7, relata o momento sublime da criação. Lá estava o Todo-Poderoso “lançando os fundamentos da terra”. O versículo 7 nos traz a impressionante revelação de que havia música na criação: “…quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam…”

Deus é compositor

Até parece brincadeira, mas a verdade é que o texto bíblico nos revela ter havido um dia em que o Senhor Deus resolveu se comunicar com seu povo através de um cântico de sua autoria: “Escreverei para vós outros este cântico, e ensinai-o aos filhos de Israel; ponde-o na sua boca, para que este cântico me seja por testemunha contra os filhos de Israel” – Deuteronômio 31:19.

Deus é Criador de Instrumentos

“Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom…” Gênesis 1:31. Lá estava o Éden, jardim de Deus. De acordo com Ezequiel 28:13-15, havia no Éden um lugar, mais precisamente um monte santo, onde um querubim especial tinha a responsabilidade do serviço musical. Para isso ele dispunha de alguns instrumentos, entre eles: pífaros e tambores, com os quais cumpria o propósito divino.
Outra importante revelação bíblica: “…a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estavam em ti; no dia em que foste criado foram preparados” – v. 13. Aqueles instrumentos foram preparados por alguém, certo? Quem foi este alguém? A resposta é: o Senhor Deus!
Quando o querubim foi colocado naquele lugar, encontrou tudo pronto. O Deus Todo-Poderoso já havia preparado para ele os instrumentos musicais.

Depois da obra da cruz, onde se deu a restauração espiritual e moral do homem, também foi restaurada a musicalidade divina. Davi declara que depois de ter sido tirado de um lago horrível, do poço de perdição, foi colocado sobre uma rocha (a figura de Cristo) e recebeu um cântico novo (Salmos 40:2-3).
Este cântico novo é a música divina presente no homem regenerado, e que agora faz parte de sua nova vida (Salmos 42:8), de seu relacionamento com Deus (Salmos 30:12), com os seus irmãos (Efésios 5:19) e de seu testemunho diante dos homens (Salmos 40:3; Salmos 126:2).
Agora entendemos o propósito divino com relação à música. Ela foi criada por Deus e colocada no homem para que este o adore com amor todos os dias e por toda a eternidade!

“Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, todas as terras. Cantai ao Senhor, bendizei o seu santo nome; proclamai a sua salvação, dia após dia” – Salmos 96:1-2.

http://www.adhemardecampos.com.br/

Monte seu repertório (Odeon)

sábado, 18 de junho de 2011

Por onde anda Loro Jones??

Loro Jones fala sobre sua nova banda, seu novo disco e o selo que vai fundar em Brasília

“Você não tem família, pula de hotel em hotel. A vida não se resume a uma conta bancária.” O momento, para ele, é de recomeço. Loro não quer tocar pelo dinheiro, em nome do sucesso. “Quero brincar. O rock, se fica sério, vira escravidão.”
No dia internacional do rock, Loro Jones deixa para trás os escândalos de Brasília. Ex-guitarrista do Capital Inicial, ele se apresenta, a partir das 22 horas, no Imagine Rock´n Lan, com Língua Solta e Sobrinhos do Capitão.

Loro traz a Banda do Além, formada por Rodrigo (vocal), Luiz (baixo) e seu filho Rafael (bateria). O estilo só pode ser o rock’n’roll. “Não sei fazer outra coisa”, diz. “Vou mostrar músicas novas e algumas do Capital, que também são minhas.”

As músicas novas fazem parte do CD que Loro e a Banda do Além gravaram no estúdio que ele montou no Distrito Federal. “O disco está pronto. Faltam detalhes, como a capa”, assegura. Ainda sem nome, o lançamento virá somente com faixas em português.

Loro é um defensor do rock brasileiro no que diz respeito ao idioma. “Tem bandas que cantam num inglês cósmico, que ninguém entende”, critica. “Eu não gosto de covers. Acho que cada banda tem que mostrar seu trabalho, não o trabalho dos outros. Senão, fica falso.”

A crítica ganha respaldo na edição mais recente do Porão do Rock, que aconteceu no fim de semana em Brasília. Segundo Loro, além de falhas na organização, o festival deixou de alavancar bandas novas. “Fui ver Dr. Sin e Pitty, mas, no geral, ficou tudo na panelinha.”

Rouco, por causa do frio que chegou mais cedo no Planalto Central, ele fala com dificuldade sobre a intenção de transformar o estúdio num selo. “Eu quero trabalhar com a molecada, mas não tenho preconceito com nenhum estilo.” Afirma que as portas estão abertas para grupos de samba e pagode e bandas gospel, entre outras.

“Sempre tem alguma coisa boa em todas as áreas. Sempre se pode aprender alguma coisa boa com músicos de todas as áreas.” Loro prova que não é intransigente. Mas sua proposta é dar especial atenção para os novos talentos do rock e do pop.

Porque, na cabeça dele, as cópias são produzidas em série no rock nacional. “Tem muita bobeira na mídia e muita gente interessante sem espaço”, alerta. Loro acredita que o mercado deveria acolher a figura do caça-talentos. Como o olheiro no futebol.Função que ele pretende exercer quando fundar o selo.

O estúdio foi montado logo depois que Loro saiu do Capital Inicial. Atitude pouco compreendida. No ano 2000, a banda escalava, mais uma vez, os degraus do sucesso, com o disco Acústico MTV.

A pergunta não quer calar e Loro explica seus motivos. “Acabou o tesão”, resume. “Encheu o saco.” Ele afirma que continua amigo da turma do Capital. “Toquei com eles há pouco tempo.” Mas ataca a estrutura gigante que envolve os ex-companheiros.

“A gravadora faz cobranças e o empresário quer te pôr na estrada. Estou com 44 anos, tenho 25 de carreira, passei da idade de virar fantoche”, desfere. A falta de tempo para ficar com o filho teve peso definitivo.

“Você não tem família, pula de hotel em hotel. A vida não se resume a uma conta bancária.” O momento, para ele, é de recomeço. Loro não quer tocar pelo dinheiro, em nome do sucesso. “Quero brincar. O rock, se fica sério, vira escravidão.”

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Como a música interfere em cada um de nós…

A música está presente em todos os ambientes, os sons são notas musicais que muitas vezes passam despercebidos por nós; sons podem vir do carro que passa, do apito da sirene, do vento que balança as folhas, do bebé que chora ou mesmo balbucia.. .sons/músicas tão presentes na nossa vida. Somos afectados por eles sem pensar ou senti-los.
Muitos dizem que há uma música para cada momento, quando estamos com alguns amigos queremos músicas mais animadas, às vezes estamos sós e ouvimos músicas mais suaves, não há um padrão definido, depende daqueles que ouvem.
Estar atento ou melhor aguçar a nossa audição é uma aprendizagem, o acto de ficarmos atentos ao som que nos rodeia.
A palavra música sugere diversas ideias relacionadas às diferenças que caracterizam os inúmeros estilos musicais, à época, aos motivos que geraram sua criação e à ligação aos aspectos sociais. Uma canção de embalar é sensivelmente diferente das batidas dos tambores. O canto gregoriano difere em tudo do som de um grupo de rock, porém, todas essas formas sonoras de expressão são chamadas de música.
A música altera nosso estado de espírito. O corpo reage às vibrações dos sons, são despertadas emoções que interferem no funcionamento de nosso organismo. Existem teorias que comprovam as reacções de células e órgãos através destas emoções que são deflagradas.
A música pode alterar e liberar partes reprimidas inscritas em nosso corpo . O ser traz consigo as marcas de sua história , em forma de movimento , apreendemos padrões de movimento que nos ditaram o que fazer ou deixar de fazer. Ao longo da história a música esteve presente e influente nas sociedades. Tão antiga quanto o homem, a Música Primitiva era usada para exteriorização de alegria, prazer, amor, dor, religiosidade e os anseios da alma. Darwin declarou que a fala humana não antecedeu a música, mas derivou dela.
A musicoterapia , a Biodança são trabalhos terapêuticos que utilizam a música como facilitador na expressão e elaboração das emoções.
Uma "dieta sonora" pode ser praticada tanto por pessoas com problemas de origem física e emocional, quanto por pessoas que não apresentam nenhum sintoma patológico. Afinal, todos estamos sujeitos ao stress provocado pelo simples fato de estarmos a viver em sociedade!
Essa dieta consiste em vários procedimentos, como: tocar um instrumento, envolver-se em movimentos de dança, praticar vocalizações, participar de grupos que cantam ou simplesmente ouvir música para relaxar. Sons adequadamente seleccionados levam pessoas ao equilíbrio orgânico, mental e a ajustes de comportamento.
No trabalho com dinâmicas de grupo a música é um instrumento fundamental, ela dá o "tom" aos exercícios utilizados. Mas é preciso senso para escolher uma música.
Músicas em tom menor e ritmos lentos diminuem a capacidade de trabalho muscular. Acordes ininterruptos baixam a pressão sanguínea e acordes secos e repetidos elevam-na. Ritmos irregulares do jazz e rock causam a perda do ritmo normal de batidas cardíacas. O rock eleva a pressão do sangue, portanto é nocivo aos hipertensos e, como as pulsações cardíacas afectam o estado emocional, esse estilo provoca tensão e desarmonia espiritual.
A música suave e os sons harmoniosos são os mais indicados e podem se tornar relaxantes, sedativos ou estimulantes, dependendo do ritmo musical. Este relaciona-se com a pulsação cardíaca normal de 65 a 80 batimentos por minuto. Quando o ritmo acompanha essa pulsação, provoca uma harmonização orgânica e o ouvinte tende a acalmar-se e relaxar.
Quando um ritmo musical é mais lento do que os batimentos cardíacos, ocorre uma certa ansiedade e inquietação, um desejo de acelerar o movimento da música; enquanto que, os ritmos excessivamente rápidos provocam excitação porque aceleram as batidas do coração.
Podemos perceber o quanto a música é fundamental e como ela está presente em nossa vida.